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Petrolina Espírita evoluiu! Agora é SerTão Espírita!

Nossas postagens passaram para o novo espaço.

Ainda está em fase de ajuste fino e acreditamos que será tão produtivo quanto foi a experiência do Petrolina Espírita.

Acessem e comentem!

SerTão Espírita

A viagem de uma alma

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Um dos assuntos mais complexos na doutrina espírita é o mundo espiritual. Os espíritos quando se comunicam não podem descrever minuciosamente o ambiente espiritual, não somente por não existir vocabulário nos idiomas da terra que pudesse exprimir de modo claro o assunto, mas sobretudo porque a verdade deve ser uma busca permanente. A afirmação da existência do céu e do inferno não mais satisfaz o homem e a mulher modernos na ânsia de melhor explicação do porquê da vida e da morte, mantendo-se na angustiada situação de que a vida é um ponto de interrogação entre o berço e o túmulo. Quanto à existência do mundo espiritual não há qualquer dúvida a respeito, mercê de vários fatos concretos e trazidos ao público por meio de literatura, especialmente aquelas escritas por cientistas.

Na busca de obras que tratem do assunto, deparei-me com um livro que já vendeu mais de 150.000 exemplares. Trata-se da obra A viagem de uma alma, escrita por Peter Richelieu, editado pela Editora Pensamento. O autor narra a jornada de um homem que, depois da morte do irmão, entra em estado de depressão e implora ajuda aos céus para compreender essa perda. Seu apelo é atendido e ele recebe a visita de Acharya, um mestre indiano, que lhe diz que seu irmão está vivo e oferece-lhe uma oportunidade para se certificar disso. Valendo-se da projeção astral, ele empreende uma série de viagens aos diversos subplanos do plano astral, onde descobre que tipo de experiência aguarda os seres humanos apos a morte. Cada nivel ensina alguma coisa nova e possibilita uma percepção direta dos mistérios desconhecidos da vida e da morte. Após vários encontros com os que se foram, entre os quais o irmão, ele compreende que é irracional temer a morte.

Esta obra investiga o mundo dos elementos da natureza desde fadas até anjos -, a reencarnação, o karma, a vida após a morte e o livre-arbítrio. Uma obra tão rica e cativante que faz o leitor sentir que ele próprio também está se submetendo a uma iniciação nos mistérios da vida. Na viagem astral de que trata a obra é explicitado o que seja o corpo astral, composto de matéria muito mais fina do que a física, o qual pode viajar em torno do mundo em cerca de dois minutos e meio. É uma oportunidade feliz de descobrir como vive o mundo espiritual.

Muito embora não se trate de uma obra espírita, uma vez que o seu texto não traz qualquer menção expressa, todos os homens e mulheres, iguais em espírito, quando adormecem, tendem sempre a realizar viagens astrais. Para tanto, poderão receber instruções por meio do site www.serespiritual.org.

Ubirajara Emanuel Tavares de Melo, Vice-Presidente da ADE, diretor do NEIL. Texto publicado no Jornal do Commercio de 07 de julho de 2013.

O regresso de Hermínio Miranda

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Em nota oficial, a FEB noticia o desencarne do profícuo escritor e pesquisador incansável, Hermínio Correa Miranda.

Comunicamos a desencarnação do dedicado companheiro Hermínio Correa Miranda, aos 93 anos de idade, ocorrido no dia 8 de julho na cidade do Rio de Janeiro. O sepultamento será nesta 3a. feira, por volta das 15 horas no Jardim da Saudade – Sulacap, na mesma cidade.

Hermínio C.Miranda colaborou durante muitos anos com a revista “Reformador”, escrevendo a seção “Lendo e Comentando” e com artigos avulsos. Pela Editora da FEB, tem publicado os livros: As Marcas do Cristo (2 Volumes), Sobrevivência e Comunicabilidade dos Espíritos, Nas Fronteiras do Além, Reencarnação e Imortalidade, Candeias da Noite Escura, e outros esgotados.

Na Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, a Editora FEB estará lançando a nova obra “Estudos e Crônicas”, no início de setembro.

Desde junho, o presidente da FEB vinha mantendo contatos com as filhas de Hermínio, pois o mesmo se encontrava adoentado, e estava em andamento uma entrevista com o mesmo para a revista “Reformador”.

O Conselho Diretor e a Diretoria Executiva da FEB homenageiam o inolvidável trabalhador da Seara Espírita e externam o apoio vibratório a seus familiares.

Tivemos a grata satisfação de, recentemente, concluir a leitura de uma de suas recentes obras: A Noviça e o Faraó, editado pela Lachatre. A qualidade do escrito testifica a lucidez e a clareza que sempre foram a marca do nobre tarefeiro e divulgador da doutrina espírita.

FEEB promove encontros regionais

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A Federação Espírita do Estado da Bahia promoverá neste mês de julho encontros em diversas regiões do estado.

Juazeiro (BA) será um dos polos e o encontro ocorrerá entre os dias 12 e 14 de julho. Está previsto para iniciar-se às 18h do dia 12 (sexta), com concentração na Lagoa do Calu.

Confira a programação neste link.

Juventude espírita

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O Professor Leopoldo Machado Barbosa nasceu em 30-9-1891, na Bahia. Foi católico, protestante e materialista. Depois, conheceu o Positivismo e o Budismo, que muito o impressionaram. Tomou conhecimento da Doutrina Espírita, em 1916, através de José Petitinga, também baiano e um dos maiores vultos espíritas do País.

Estas e outras informações úteis sobre o jornalista e poeta Leopoldo Machado, grande polemista, estão no Anuário Espírita de 1991. O autor é o nosso amigo Antônio de Souza Lucena, biógrafo e repórter fotográfico, fundador do Museu Espírita do Brasil e conhecido pelas suas pesquisas, que resultou num acervo cultural de valor inestimável para a História do Espiritismo (Lucena faleceu em 26-1-2009, no Rio de Janeiro).

Leopoldo, considerado o espírita nº 1 do Brasil, lançou a campanha Espiritismo de Vivos e incentivou a organização das Mocidades Espíritas, das Escolas de Evangelização para a Infância, das Semanas Espíritas, das tardes de Confraternização, dos Simpósios, das Mesas Redondas e dos Congressos Espíritas.

A revista Sabedoria, então dirigida por Carlos Torres Pastorino, autor do best-seller Minutos de Sabedoria, editou um álbum sobre a vida de personalidades. As biografias foram escritas por Clóvis Ramos e as fotografias obtidas por Antônio Lucena, citado acima. Vejamos um trecho sobre o patrono das mocidades espíritas:

– Aqui, portanto, só alguns dados sobre o grande educador amigo dos moços espíritas. A ele coube trazer para o Espiritismo do Brasil esse aspecto social e alegre, que hoje apresenta. Para essa mudança, contou, Leopoldo Machado, com o concurso dos moços, sempre dispostos à renovação. Fez-se porta-voz dos anseios de muitos.

Clóvis Ramos e Antônio de Souza Lucena reconheceram que esse líder desenvolveu uma atividade sem precedente: organizou um verdadeiro contingente de moças e rapazes em todo o Brasil, dispostos a um trabalho fora da rotina; idealizou e foi o responsável pelo I Congresso de Mocidades Espíritas do Brasil, realizado no Rio de Janeiro, de 17 a 23-7-1948. Foi considerado um dos melhores eventos espíritas de todos os tempos. Decorridos 65 anos, os “sobrevivente” daqueles dias memoráveis ainda recordam o acontecimento que marcou época.

Por Nilton Santos – membro do Núcleo Espírita Bittencourt Sampaio, no Recife. Matéria publicada no Jornal do Commercio de 30 de junho de 2013.

Orar faz bem à saúde

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Que orar faz bem à alma, todo mundo já sabe. A “novidade” é que a comunidade científica já reconhece que a prática também traz benefícios à saúde. A afirmação é fruto de um estudo sério e profundo realizado por médicos norte-americanos. A pesquisa analisou, por trinta anos, 6.500 pacientes e foi constatado que a fé os ajudou a prevenir doenças do coração. Outro estudo, da Universidade de Duke, concluiu que a prática da oração reduziu em até 40% o risco da pessoa desenvolver hipertensão.

“A própria religiosidade ou a crença em um ser superior pode produzir certas modificações no organismo, que leva o indivíduo a se tornar menos suscetível a problemas de saúde”, diz o psicoterapeuta da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), doutor José Roberto Leite. A relação entre fé e cura de doenças é tema de livros acadêmicos, e ganha cada vez mais espaço no meio científico. “Um estudo feito na Universidade de Pávia, na Itália, analisou pessoas que tinha o hábito da oração e suas taxas de fluxo sanguíneo cerebral, eletrocardiograma, pressão arterial, enfim, todos os parâmetros cardiovasculares, houve uma melhora significativa nesses níveis”, explica o médico cardiologista doutor Roque Savioli.

A pesquisa norte-americana deteve-se às doenças do coração, mas, de acordo com especialistas, a fé traz benefício também ao tratamento de outros tipos de doença, até as mais graves, como a Aids. O capelão do Hospital Emilio Ribas (SP), padre João Inácio Mildner, atua há 19 anos na instituição, que é a maior no setor de tratamento de doenças infectocontagiosas da América Latina. A maioria dos internados é portadora do vírus HIV. De acordo com o sacerdote, mesmo em doenças mais graves, a fé torna-se um santo remédio. Quando se tem fé, o paciente enfrenta de maneira diferente a doença, complementa o médico infectologista doutor Jamal Suleiman.

Por isso circula na net a frase: Eu oro, pois prefiro as marcas nos meus joelhos do que feridas no meu coração. Significa que, quando entramos em sintonia com a divindade, mergulhamos num eflúvio de harmonia que banha nossa alma, renovando-nos de energia salutares que por sua vez plasma no corpo físico expulsando os miasmas insalubres que estava danificando o funcionamento das fibras psicossomáticas. Vamos orar, porem procurando saber o que é orar.

Do blog do Cezar

Brasil, junho de 2013

divaldo

“Quando as injustiças sociais atingem o clímax e a indiferença dos governantes pelo povo que estorcega nas amarras das necessidades diárias, sob o açodar dos conflitos íntimos e do sofrimento que se generaliza, nas culturas democráticas, as massas correm às ruas e às praças das cidades para apresentar o seu clamor, para exigir respeito, para que sejam cumpridas as promessas eleitoreiras que lhe foram feitas…

Já não é mais possível amordaçar as pessoas, oprimindo-as e ameaçando-as com os instrumentos da agressividade policial e da indiferença pelas suas dores.

O ser humano da atualidade encontra-se inquieto em toda parte, recorrendo ao direito de ser respeitado e de ter ensejo de viver com o mínimo de dignidade.

Não há mais lugar na cultura moderna, para o absurdo de governos arbitrários, nem da aplicação dos recursos que são arrancados do povo para extravagâncias disfarçadas de necessárias, enquanto a educação, a saúde, o trabalho são escassos ou colocados em plano inferior.

A utilização de estatísticas falsas, adaptadas aos interesses dos administradores, não consegue aplacar a fome, iluminar a ignorância, auxiliar na libertação das doenças, ampliar o leque de trabalho digno em vez do assistencialismo que mascara os sofrimentos e abre espaço para o clamor que hoje explode no País e em diversas cidades do mundo.

É lamentável, porém, que pessoas inescrupulosas, arruaceiras, que vivem a soldo da anarquia e do desrespeito, aproveitem-se desses nobres movimentos e os transformem em festival de destruição.

Que, para esses inconsequentes, sejam aplicadas as corrigendas previstas pelas leis, mas que se preservem os direitos do cidadão para reclamar justiça e apoio nas suas reivindicações.

O povo, quando clama em sofrimento, não silencia sua voz, senão quando atendidas as suas justas reivindicações. Nesse sentido, cabe aos jovens, os cidadãos do futuro, a iniciativa de invectivar contra as infames condutas… porém, em ordem e em paz.”

Divaldo Pereira Franco, educador, médium e palestrante espírita*

Publicado no Jornal A Tarde, de de 20 de junho de 2013 [Recebido pelo Facebook]
* Divaldo Franco escreve às quintas-feiras, quinzenalmente.