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João Batista – Exemplo de Atitude e Coragem

A coragem da fé

Todo aquele que me confessar e me reconhecer diante dos homens, eu também o reconhecerei e confessarei diante de meu Pai que está nos céus; e todo aquele que me renegar diante dos homens, eu mesmo também o renegarei diante de meu Pai que está nos céus.” (Mateus, X: 32 e 33).

A coragem de dar opinião sempre foi apreciada pelos homens, porque existe mérito em enfrentar os perigos, as perseguições, as contradições e mesmo os simples sarcasmos, aos quais se expõe, quase sempre, aquele que não tem medo de revelar, em alta voz, ideias que não são as de todas as pessoas. Aqui, como em tudo, o mérito é proporcional às circunstâncias e à importância do resultado. Sempre há fraqueza quando se recua diante das consequências da opinião emitida, ou em renegá-la; mas há casos em que isso é uma covardia tão grande quanto fugir no momento do combate.
Jesus reprova energicamente essa covardia, do ponto de vista especial da sua doutrina, dizendo que se alguém se envergonha das suas palavras, Ele também se envergonhará dele; que renegará aquele que o tiver renegado; que reconhecerá, diante de seu Pai que está nos céus, aquele que o confessar diante dos homens; em outras palavras: aqueles que tiveram medo de se confessarem discípulos da verdade, não são dignos de serem admitidos no reino da verdade.
Eles perderão o benefício da sua fé, porque é uma fé egoísta, que guardam para si mesmos, que escondem com medo de que ela lhes traga prejuízos neste mundo, enquanto que aqueles que, pondo a verdade acima de seus interesses materiais, a proclamam abertamente, trabalhando ao mesmo tempo pelo seu futuro e pelo dos outros.
Assim será com os adeptos do Espiritismo; visto que a sua doutrina é o desenvolvimento e a aplicação da doutrina do Evangelho; é a eles também que se dirigem as palavras do Cristo. Eles semeiam na Terra o que colherão na vida espiritual; lá colherão os frutos da sua coragem ou da sua fraqueza.

Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. XXIV, 13-16.

Que este texto nos sirva de lição!

João Batista aceitou dar a própria vida pelo testemunho da verdade e pela defesa dos valores éticos e morais de quem pretende reconhecer-se e confessar-se como seguidor de Jesus Cristo, de Tê-lo como Mestre, Guia e Modelo.

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